Fotógrafos

Henri Cartier-Bresson

Henri foi um fotógrafo do século XX, que nasceu em 1904 e viveu por quase 100 anos, vendo todos os grandes acontecimentos de seu tempo. Foi um dos pioneiros da fotografia de rua, espontânea, e um dos fundadores da Magnum.

Uma característica marcante de suas obras é a composição particular que conseguia alcançar, e como sempre conseguia tirar a foto no momento exato.

CARTIER-BRESSON, Henri - Atrás da Gare Saint-Lazare, 1932

CARTIER-BRESSON, Henri - The Var department, 1932

Em suas fotos, percebemos um contraste forte entre luz e sombra e a persistente aparição da Espiral de Fibonacci, uma consequência do seu “olho mágico” para fotos. Além disso, Henri possuía uma capacidade muito grande de capturar as fotos no momento perfeito.



Fotografar é alinhar a cabeça, o olho e o coração.”

- Henri


 

Wilson Baptista

Fotógrafo belo-horizontino que capturava formas na capital mineira. Gostava mais da estética do que da função, e não se importava muito com o funcionamento ou com o conteúdo, mas sim na visão de certo objeto.


BAPTISTA, Wilson - Procissão na Rua da Bahia, 1944

Nessa primeira imagem, percebemos claras linhas apontando para o horizonte, à esquerda. A maneira como inclinou a foto aponta para sua preocupação com a estética.







BAPTISTA, Wilson - Conjunto JK, 1955

Na segunda foto, vemos um forte contraste entre luz e sombra, e vemos novamente linhas fortemente marcadas, curvadas e retas. A sua escolha para cortar parte do edifício também reflete nos seus ideais e gostos - resolveu transformar um prédio simétrico em uma construção assimétrica.










 

Roger Humbert

Nascido em 1929, na Suíça, foi o pioneiro da fotografia concreta, um estilo de fotografia modernista. Assim como Wilson, se interessava mais na forma, nas cores e na estética do que no objeto em si.


HUMBERT, Roger - Abstract Colour Photograph #1, 1972

HUMBERT, Roger - Photogram #36, 2002

A primeira imagem já demonstra claramente que esse artista não se importava com o que estava sendo fotografado. As cores vibrantes num fundo preto mostram um contraste fortíssimo e causam uma confusão, já que nem se pode analisar o que está sendo fotografado.

A segunda foto ainda enfatiza o que foi dito sobre a primeira. Suas fotos são como uma pintura abstrata. Não há objetos, apenas formas e linhas e cores. 

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