Teoria do não-objeto

 Após a análise do texto, consegui organizar alguns pontos que achei importantes e interessantes.

Primeiramente, gostei da maneira como Gular mostrou a transição de "valores" das pinturas figurativas, passando pelo impressionismo até chegar no abstracionismo. Primeiramente, o mais importante era o que estava sendo retratado sobre uma tela. Em seguida, a tela em si era o mais importante. Isso não significa que qualquer quadro em qualquer tela teria o mesmo valor artístico ou simbólico, ou que apenas uma mudança de tela no mesmo quadro resultaria em obras totalmente diferentes - o que eu entendi foi que os artistas abstracionistas mataram o objeto dentro da pintura para criar algo novo, que foi o ponto de partida para a imaginação da possibilidade de existência de não-objetos.

Um segundo ponto que me chamou a atenção foi uma das várias definições de não-objetos: Eles não se esgotam em nomes, usos e sentidos. Por isso, apesar de possuírem características materiais como os objetos, não são definidos de maneira específica. Como consequência, não funcionam por si só, pois precisam do terceiro e último ponto que recolhi do texto:

Vida. Gular explica que o suporte dessas criações são a própria vida. Há uma fusão entre vida e arte, e a arte precisa da vida para tomar forma, sentido e funcionalidade. Os não-objetos funcionam da mesma forma - precisam da vida para entrarem em um estado de movimento, de transformação e de formação, ganhando assim uma vida própria. 

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